Blog do Prof Nescau

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Abdomêm forte e definido – “Todo mundo pira”


Por William Meirelles - Professor GF CORRIDA

Não somente por beleza, mas ter um abdômen definido e musculoso é fundamental para saúde.
A musculatura abdominal é fundamental para o corpo humano, principalmente para os praticantes de atividade física. Na maioria das vezes treinamos toda a planilha de corrida ou a série de musculação e não damos tanto valor a esses músculos,  portanto lembre-se que enquanto melhora o “tanquinho”está melhorando sua saúde e sua performance.



Segundo Galopin (1980) o abdômen influi em aspectos como digestão, respiração. Também estabiliza a coluna vertebral  e proporciona equilíbrio postural. São músculos da região abdominal:
 O reto do abdômen (aquele dos gominhos) – Responsável pela flexão do tronco.
Os oblíquos – Fazem a rotação do tronco
Os transversos – Pressionam os órgãos para o tórax (encolhemos a barriga). Importante na respiração.
O psoas – Flexão do quadril
Quadrado lombar – Flexão lateral do quadril.



A musculatura da região é constituída de 55 a 58 % de fibras do tipo 1, 15 a 23% de fibras do tipo 2a, e 21 a 23 % do tipo 2b permitindo a musculatura abdominal versatilidade na produção de movimentos curtos e rápidos ou movimentos prolongados do tronco (JOSEPH & KATHLEEN, 1999).
Para quem corre, nada, pedala e faz musculação é uma região importante e não pode deixar de ser treinada. Levará vantagem na eficiência mecânica, diminuindo a exigência sobre a região lombar quem tem uma barriguinha sarada. Procure um profissional em Educação física para montar um programa de treinamento adequado de abdominais.

sábado, 19 de maio de 2012

Duathlon agita Colombo nesse Domingo


Colombo será invadida por atletas do Paraná neste domingo (20/05) no 9º Circuito de Duatlhon Triativa, primeira etapa do campeonato paranaense 2012.



A largada é no parque Bosque da Uva às 8h. A prova consiste em 3 km de corrida, 20 km de ciclismo e 3 km de corrida novamente.



A organização garante que será uma prova bonita, rápida e desafiadora. O trajeto do ciclismo será de 10 km cada volta e a corrida será realizada toda dentro do Bosque da Uva. Vale à pena conferir

Ultramaratonas – Para quem não tem preguiça de correr

Por William Meirelles - Professor GF CORRIDA


As ultramaratonas estão em alta. A cada dia surge uma nova prova de tirar o fôlego. Encara o desafio? Se você já corre maratonas é um forte candidato ao time.

Provas com mais de 48 km são consideradas ultramaratonas e podem chegar até mais de 240 km de distância. A maioria dos praticantes prefere ficar nas dist6ancias intermediaras, entre 50 a 80 km.
Especialistas afirmam que correr 80 km não é dobro de trabalho da maratona e nem precisa treinar o dobro. O objetivo é ensinar o seu corpo a suportar as longas distâncias e fazê-lo recuperar o suficiente para isso. O ideal manter uma corrida longa semanal e o quanto mais longa ela for, mas o corpo precisará de descanso.


Para se ter uma idéia de como é o treinamento para uma ultramaratona de 80 km, Deve-se fazer o treinamento de força na musculação, combinados com alongamentos e somente correr de 80 km a 90 km semanais, corredores profissionais nunca fazem 80 km em um dia e trabalhar bem o psicológico.
A recuperação tem que ser suficiente. As grandes distâncias são extenuantes e é imprescindível programar o descanso no dia seguinte. Saiba parar. 
Algumas provas são famosas no Brasil. Uma delas é a Volta à ilha de Florianópolis, que duplas superam o percurso de 150 km e Desafio Urubici, em Santa Catarina também, onde os participantes encaram o 50 km numa temperatura de menos 5ºC.
O desafio é grande, portanto é importante para quem pretende encarar o desafio é sempre estar acompanhado do professor em Educação Física para discussão de melhor forma de garantir sucesso no objetivo.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

EQUIPE DE CURITIBA É ESPERANÇA DE MEDALHAS EM CAMPEONATO BRASILEIRO DE CICLISMO EM MARINGÁ

Com equipe renovada, GF Ciclismo/Unilance participa da competição apostando em novos talentos do ciclismo de pista e estrada
Atletas de base das principais equipes de Ciclismo do Brasil participam nesta semana, em Maringá, no Noroeste do Estado, do Campeonato Brasileiro de Pista e Estrada Jr/Juvenil. A competição começou nesta quarta-feira, dia 16 de maio, e vai até domingo, dia 20. A disputa está acirrada, revelando talentos do ciclismo brasileiro.

A equipe GF Ciclismo/Unilance, que tem se destacado em competições locais e nacionais há mais de dois anos, aposta em medalhas, especialmente para os atletas Gustavo Oliveira, da categoria Júnior, e Fábio Pereira Dalamaria, o “Fabinho”. Mesmo muito jovens, os dois atletas são experientes e vitoriosos nas pistas. Gustavo integrou a equipe adulta no Brasileiro de Pista, em março deste ano e teve bons resultados. Já Fabinho teve um desempenho muito bom ano passado nas Olimpíadas Escolares em João Pessoa – PB conquistando duas medalhas de bronze para o Estado.




A formação das equipes de base é um dos grandes focos da GF Ciclismo/Unilance. “Mesmo com uma renovação de 70% da equipe, temos alcançado excelentes resultados. A intenção com o foco nas categorias de base é formar melhores atletas e cidadãos. Estamos preparando nossos atletas para a disputa dos Jogos Escolares e Jogos da Juventude. Vamos melhorar ainda mais o rendimento alcançado em 2011, agora com um apoio técnico ainda mais efetivo”, afirma o diretor desportivo da equipe, Edson Ferreira, o professor Nescau. Os atletas estão em Maringá acompanhados do técnico da Equipe,professor Deni Souza. A organização do Campeonato Brasileiro de Pista e Estrada está a cargo da CBC – Confederação Brasileira de Ciclismo (www.cbc.esp.br ).
Apoio e crescimento
A GF Ciclismo/Unilance acaba de conquistar o patrocínio da Copel, o que vai possibilitar mais estrutura para a equipe se firmar nas principais competições do país. A equipe tem também o apoio das empresas Consórcio Unilance, HigiControl - Soluções Ambientais, Nutriall - Produtos Naturais e Suplementos, AW Comunicação, Itupava Construções, Mauro Ribeiro Sports, Moldura Minuto, Dvd Caffé e Pedale Bikes.
PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:
AW COMUNICAÇÃOwww.adrianewerner.com.br – (41) 3082-8882
JORNALISTA ADRIANE WERNERadriane@adrianewerner.com.br – (41) 8863-0464

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Postura lamentável da apresentadora do GNT Monica Waldvogel sobre a bicicleta

by Webbikers
Lamentável a postura da apresentadora Monica Waldvogel do Saia Justa na GNT sobre Mobilidade Urbana. A falta de respeito e noção de mundo que a apresentadora conduziu o assunto é chocante. Vale a pena registrar uma reclamação junto a produção do Canal GNT.



O vídeo acima foi postado no twitter em outubro de 2011 e na época também gerou polêmica, mas durante estes dias o material voltou a ser disseminado pelas redes sociais gerando um buzz ainda maior e deixando todos estarrecidos com a opinião debochada da apresentadora sobre a bicicleta.

O ciclista Maximilian Frederick Leisner, do Blog do Max – Kona Bikes escreveu uma carta aberta a jornalista. A carta é uma crítica à fala da jornalista que, como qualquer formador de opinião, precisa ter cuidado redobrado com o que diz na tv, rádio ou qualquer outro meio de comunicação>

Por - Maximilian Frederick Leisner

Carta Aberta à Sra. Mônica Waldvogel
Prezada Sra. Waldvogel,

A semana que passou foi particularmente pesada para as pessoas que, como aquele amigo ao qual a senhora se refere no vídeo que tive a infelicidade de assistir hoje pela manhã, consideram a bicicleta como um meio de transporte, de vida saudável e de desenvolvimento urbano sustentável. Dois desses risíveis sonhadores – um com 21 e outro com 41 anos – foram atropelados e mortos em menos de 24 horas. O primeiro vítima de um motorista embriagado, e o segundo supostamente de um caminhoneiro que dormiu ao volante.

Em ambos os casos, podemos argumentar que as mortes foram acidentais, já que ninguém, por mais embriagado ou sonolento que esteja, desejaria matar uma pessoa. Logicamente que isso não exime a responsabilidade dos motoristas, e muito menos traz de volta à vida os ciclistas mortos. Mas fica, lá no fundo, aquela sensação de que se os condutores estivessem em pleno domínio de suas faculdades mentais, tudo poderia ter sido evitado.

Entra em cena – literalmente – o vídeo mencionado acima. Depois de assistí-lo várias vezes – primeiro para ter certeza de que aquilo que eu pensei ter ouvido realmente foi dito, e depois para ter certeza de que não foi desdito – minha primeira reação foi torcer para que o que vi tenha sido uma infelicidade de edição, daquelas em que só nos é mostrado o conteúdo podre, visando confundir a percepção do ouvinte ou prejudicar a imagem do interlocutor. Se esse for o caso, minha retratação virá prontamente – assim que o conteúdo integral for apresentado.

Se não for, então me vejo obrigado a estender um pouco essa cartinha, não tanto com a pretensão de que a senhora chegue a recebê-la, mas mais como catarse. Afinal, com os dois ciclistas que morreram eu só posso falar em pensamento. Para os familiares deles, não teria palavras. Mas para as suas declarações, e principalmente para o seu comportamento enquanto elas foram feitas, eu tenho muitos pensamentos, muitas palavras, e nenhum impedimento para externá-los.

Em primeiro lugar, a senhora deixa claro que em sua opinião a bicicleta não é um meio de transporte. Aí vem minha primeira dúvida: se eu vou de casa para o trabalho de bicicleta, como fazem milhares de pessoas por opção ou necessidade no Brasil e outros milhares mundo afora, e ela não é um meio de transporte, o que é então – além é claro de um obstáculo no caminho de motoristas bêbados, sonolentos e apressados? Ou de motivo de ironias, chacotas e piadas em rodinhas de bate-papo de gente inteligente e valente como a senhora, que munida apenas de um Ipod enfrenta engarrafamentos gigantescos?

Enquanto a sua resposta não vem, eu tenho a minha, inspirada nesse mesmo vídeo.

A bicicleta é a muleta do ciclista, que por sua vez é um animal com necessidades especiais de locomoção. Para esse animal, o carro, que seria a opção in, não serve. Ele realmente tem necessidades especias, tipo fazer exercício, sentir o vento no rosto, contribuir com o desenvolvimento urbano sustentável (eu sei, eu sei, isso é uma ameaça séria para os amantes de engarrafamento, mas….), diminuir a conta de combustível (eu sei, eu sei, quem pode comprar um Ipod nem sabe o preço do litro da gasolina, mas….) e outras tolices de eco-chatos e demais formas de existência nocivas ao bem estar do cidadão comum.

Na verdade, se a bicicleta não for isso, seria ótimo que passasse a ser. Porque nesse caso, de cara, duas coisas ótimas iriam acontecer:

1) na qualidade de portadores de necessidades especiais de locomoção, os ciclistas teriam direto à vagas privilegiadas em supermercados, bancos, escolas e nas ruas. E a partir daí a polícia não precisaria mais ser mobilizada para arrombar cadeados de bicicletas presas à postes de luz;

2) na qualidade de animais, os ciclistas passariam a ser protegidos por associações, instituições e similares, e poderiam trafegar pelas ruas sentindo-se assimilados pela comunidade ao invés de expurgados.

Mas, francamente, não tenho muitas ilusões a esse respeito. Como a senhora mesmo diz, “já imaginou hi hi hi um bando de paulistanos ho ho ho indo trabalhar de bicicleta rá rá rá?” É, não dá pra imaginar. Se isso acontecesse, o Brasil – ou São Paulo ao menos – transformar-se-ia subitamente numa Amsterdam, numa Copenhagen ou numa Minneapolis – que como todos sabemos são lugares de péssima qualidade de vida, haja visto a probabilidade cada vez menor de engarrafamentos (onde escutar música então, oh céus??). E quem, em sã consciência, poderia desejar isso?

Alias, “como a senhora mesmo diz” é realmente o grande motivo que me traz ao teclado. Monica Waldvogel, quer eu concorde, goste, acredite ou não, é uma formadora de opinião. E como tal, suas palavras tem um eco que vai além do seu universo particular. O que é dito por formadores de opinião vai adiante, vai fundo, e principalmente hoje em dia, vai rápido. Ergo, pessoas que assistiram ao seu singular e risonho depoimento acerca da total inutilidade da bicicleta como meio de transporte, e por consequência da imbecilidade de quem insiste em utilizá-lo como tal, podem acabar influenciadas por esses conceitos.

E se isso acontecer, a senhora para mim é responsável por delito muito maior do que os atropelamentos acima. A senhora, ao ridicularizar o ciclismo como movimento urbano digno de respeito, atropelou não um, nem dois, mas centenas de milhares de indivíduos que usam a bicicleta por prazer ou necessidade. Sabe por que? Por que estava (até que se prove em contrário) sã! Passava no teste do bafômetro, não parecia sonolenta, e muito menos arrependida do que falou. A senhora atropelou o ciclismo e todos os ciclistas brasileiros olhando para uma câmera de televisão, sabendo que estava sendo filmada, e depois, rindo esganiçada, deu a ré e passou por cima de novo.

O seu trunfo é um só: ao contrário dos motoristas, cujo mal foi feito e não pode mais ser desfeito, a senhora tem como voltar atrás. Não precisa mudar de opinião – não é esse o ponto. A senhora pode, deve, e tem todo o direito de defender-se de engarrafamentos e da chuva dentro de um carro sequinho com som ambiente. Mas reforçar essa verdade e esse direito não implica em fazer daqueles que optam por pedalar em duas rodas a céu aberto – mesmo correndo o risco de tomar chuva (éca!) – motivo de chacota.

Acredito que o mundo seja grande o bastante para que cada um tenha garantido o seu espaço e o respeito às suas preferências. Olhando para a linha do tempo e ao redor do nosso espaço, imagino que os animais com deficiência de locomoção apoiados sobre suas muletas de duas rodas – esses bípedes defeituosos porém teimosos – acabarão transformando seu universo à imagem, por exemplo, da Holanda. Lá serão felizes, indo e vindo sob o sol ou sob a chuva, com seus meios-de-seja-lá-o-que-for. Já os membros da sua seita – seres que precisam apoiar-se em quatro rodas sob pena de morrerem estagnados – os poderosos e indestrutiveis quadrúpedes – serão eternamente felizes em lugares como Bangladesh, Cidade do Cairo ou – para que ir tão longe afinal – a marginal Pinheiros em 2012 num dia de chuva.

Amanhã, apesar do medo, da tristeza e de um certo inconformismo, vou pedalar. Quem sabe quando voltar para casa não encontrarei na caixa de mensagens um outro vídeo seu, que embora não traga de volta os ciclistas mortos terá o poder indescritível de restaurar a dignidade que as suas palavras e atitudes roubaram daqueles que ficaram e dos que ainda virão.

Sem mais,

Maximilian Frederick Leisner
Ciclista amador, pai de família e, por hora, cidadão inconformado

Mais um ciclista morre atropelado na BR-277. Até quando?

Fonte: Ir e Vir de Bike – Gazeta do Povo


Morte na pista: Paraná é o segundo estado mais violento do país para os usuários de bicicleta.

A tragédia se repete e todos se perguntam: até quando? Enquando não surgem respostas, muitas vidas vão se tranformando em estatísticas.
Na manhã dessa quinta-feira, o ciclista Demétrius Kirache, de 41 anos, morreu enquanto pedalava com um grupo de amigos na altura do quilômetro 65 da BR-277, em São José dos Pinhais.
O ciclista foi atropelado por um caminhão desgovernado que invadiu o acostamento. Kirache morreu no local. Já o motorista-assassino fugiu em alta velocidade sem prestar socorro.
A informação da Ecovia, concessionária de pedágio que administra o trecho da BR-277, é de que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já tem a placa do veículo e está tentando localizar o motorista.
Porém, em contato realizado com o posto da PRF que fica mais próximo do local do acidente, o policial rodoviário Braga informou que não tinha a placa do veículo para tentar localizar o caminhão.
Acidente? Fatalidade? Não. Seria acidente se um raio tivesse caído na cabeça do ciclista...
Desde 2001, mais de 1,8 mil ciclistas morreram vítimas de acidentes de trânsito no Paraná. A média é de um acidente fatal a cada dois dias, segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM/DataSUS), do Ministério da Saúde.
Com pouco mais de 5% da população nacional, o estado é responsável por 10% dos acidentes fatais envolvendo ciclistas em todo o país.
Em 2010 (dados mais recentes) o Paraná foi o segundo estado mais violento do país para os usuários de bicicleta, com 144 mortes nas ruas e estradas.
Comparar o número de mortes no trânsito com o de guerras já virou clichê, como dizemos no jargão jornalístico. A tese da Guerra no Trânsito deve mesmo ser refutada. Guerra pressupõe igualdade de condições de combate entre duas forças antagônicas que se reconhecem mutuamente como inimigas.
Guerras tem leis, ditadas pela Convenção de Genebra. Um trânsito que mata mais de 40 mil pessoas em um ano -- cerca de 110 brasileiros POR DIA -- não é bem uma guerra; é um GENOCÍDIO. Só não vê isso quem não quer ou que está do lado do "exército opressor".
Nosso trânsito -- um dos mais violentos do mundo -- é o retrato do nosso subdesenvolvimento civilizatório.
Vivemos em um país que permite a venda de bebidas alcoólicas em postos de gasolina na beira de estradas e rodovias com o argumento torpe de "manutenção de empregos"; em que pessoas invocam a "liberdade de expressão" como justificativa para denunciar locais de blitze policiais; e em que, a própria Justiça, cega como é, deixa crimes de trânsito impunes e, quando muito, troca vidas por cestas básicas.

Cuidado com as capivaras
Não se pode responsabilizar diretamente a Ecovia pelo acidente de hoje. Da mesma forma como não se pode eliminar totalmente sua parcela de culpa por todos os acidentes fatais que já ocorreram naquela rodovia.
É de conhecimento público e notório que a BR-277 é usada diariamente por grupos de ciclistas. Fato este que, aparentemente, só é ignorado pela própria concessionária.
Apesar do elevado número de acidentes fatais envolvendo ciclistas, a Ecovia tem ao longo da estrada dezenas de placas alertando os motoristas para a presenvação da capivara, da jaguatirica ou do papagaio-da-cara-roxa.
Assim como não há relatos comprovados de motoristas que tenham visto algum desses animais no meio da pista, não há registro de placas alertando para a presença de ciclistas no acostamento.
Se quer mesmo construir uma imagem de responsabilidade social, a empresa poderia fazer isso ajudando a preservar a vida das pessoas. Antes que os ciclistas se tornem uma espécie ameaçada de extinção...
Colaborou VITOR GERON

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

GF CICLISMO/UNILANCE/SÃO JOSÉ DOS PINHAIS ENCERRA O ANO COM SALDO MUITO POSITIVO

A equipe obteve várias conquistas importantes em 2011 e as perspectivas para 2012 são ainda melhores, contando com os parceiros e patrocinadores.
Davi Romeo - JAP's TOLEDO (2 OUROS)


Após a última prova do calendário nacional da CBC - o Campeonato Paranaense de Pista realizado no Velódromo Irineu Marinho no Jd Botânico em Curitiba-PR entre os dias 28 e 30 de Outubro de 2011 - a Equipe GF CICLISMO/UNILANCE/SÃO JOSÉ DOS PINHAIS, sagrou-se BI CAMPEÃ do Ranking Nacional de Ciclismo de Pista por Equipes na categoria ELITE MASCULINO nas três modalidades implantadas a partir de 2011
(Velocistas/Fundistas/Omnium) e também na Júnior Masculino (Velocistas).

"A conquista vem coroar uma equipe nova que com apenas três anos, que conta com apoio e patrocínios modestos e ainda não suficientes para cobrir todos os custos anuais", afirma Edson Ferreira, o professor Nescau, Diretor Desportivo da equipe. Esses resultados, segundo Nescau, dão ainda mais destaque para o Paraná em uma modalidade olímpica em que o estado já tem tradição. A GF Ciclismo desponta entre umas das melhores na modalidade no cenário nacional, competindo com equipes que, em sua maioria, têm o apoio de patrocínio por meio da Lei do Incentivo ao Esporte (ICM Estadual). "Mesmo sendo equipes amadoras, muitos dos atletas dessas equipes têm salário ou ajuda de custo para que possam se dedicar exclusivamente ao ciclismo, desde o mecânico até diretor desportivo", diz o coordenador da GF Ciclismo.

O foco principal da GF Ciclismo é a revelação de talentos, o que vem acontecendo desde sua formação. A equipe conta com atletas experientes e de nível nacional como Davi Romeo (Recordista Brasileiro do KM Contra
Relógio) e Roberson Figueiredo, o "Robinho" (Campeão Brasileiro Estrada 2005), que servem como referência e exemplo para os jovens talentos que estão surgindo. Entre os novos talentos, destaque para Fábio Pereira Dalamaria, de 14 anos, que recentemente obteve duas medalhas de bronze nas Olimpíadas Escolares disputadas em João Pessoa-PB e duas outras medalhas (prata e bronze) nas provas de ciclismo dos JOJUP's (Jogos da Juventude do Paraná), em Campo Mourão.
Fabinho Dalamaria (PRATA e BRONZE JOJUP's)

Segundo o técnico da GF Ciclismo, Denivaldo Silva, o maior objetivo da equipe "é detectar o talento, preparar o treinamento e direcionar o atleta para que ele se desenvolva e possa se tornar um expoente no esporte, mas principalmente um homem mais consciente dos benefícios da prática esportiva para a vida e um multiplicador desses benefícios em sua comunidade".






A GF CICLISMO/UNILANCE/SÃO JOSÉ DOS PINHAIS, fecha o ano com os seguintes resultados:

Bi Campeã do Ranking Nacional de Pista Equipes (CBC)

- Velocistas/Fundistas/Omnium

- Campeão Individual Velocistas Elite Masculino (Davi Romeo)

- Campeão Individual Fundistas Elite Masculino (Anderson Cordeiro
Rita)

- Campeão Individual Velocistas JR Masculino (Gustavo Oliveira)
- Vice Campeão Individual Velocistas JR Masculino (Fernando Sikora Jr)

Bi Campeã Paranaense Pista

Jogos Abertos do Paraná - Toledo

- 4º Lugar geral Ciclismo Masculino

- Ouro Velocidade 200m Masculino (Davi Romeo)

- Ouro KM Contra Relógio Masculino (Davi Romeo)

Jogos da Juventude do Paraná - Campo Mourão

- 2º Lugar Ciclismo Estrada Categoria C (Fábio Pereira Dalamaria)

- 3º Lugar CRI Categoria C (Fábio Pereira Dalamaria)

Olimpíadas Escolares - João Pessoa(PB)

- BRONZE Ciclismo Estrada (Fábio Pereira Dalamaria)

- BRONZE CRI (Fábio Pereira Dalamaria)

Campeonato Paranaense de CRI – Matinhos

- BRONZE Categoria Infanto Juvenil (Fábio Pereira Dalamaria)

- PRATA Categoria Master C (Yuri Siqueira)


Vice Campeã Equipes Campeonato Metropolitano de Ciclismo Estrada

- BRONZE Categoria Juvenil (Fábio Pereira Dalamaria)

- BRONZE Categoria Master B (João Carlos dos Santos)

- BRONZE Categoria Master C (Yuri Siqueira)


A GF CICLISMO/UNILANCE/SÃO JOSÉ DOS PINHAIS tem o apoio das empresas:
SMEL - São José dos Pinhais, Consórcio Unilance, RHB Import - Cartuchos Compatíveis, HigiControl - Soluções Ambientais, Academia R2, Nutriall - Produtos Naturais e Suplementos, Madeira Madeira - Pisos e Revestimentos, Azeheb - Equipamentos de Física, Moldura Minuto, Dvd Caffé e AW Comunicação.

PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:


AW COMUNICAÇÃO: WWW.ADRIANEWERNER.COM.BR [2] - (41) 3082-8882

JORNALISTA ADRIANE WERNER: ADRIANE@ADRIANEWERNER.COM.BR [3] - (41)
8863-0464