Projeto inicial - Lei da bicicleta
(Lei da Mobilidade Sustentada Urbana)
institui a bicicleta como modelo de transporte regular e estabelece:
5% das vias urbanas destinadas a construção de ciclo-faixas e
ciclovias no modelo funcional, interconectando o Centro da Cidade (em
Curitiba as ciclovias ligam os parques em modelo turístico)
Bibicletários em pontos estratégicos da cidade:
• Terminais de transporte coletivo
• Prédios públicos (municipal, estadual e federal)
• Estabelecimentos de ensino
• Estabelecimentos comerciais
• Praças Públicas de grande circulação do centro da cidade
Cultura/Educação - Sensibilização para cultura do uso da bicicleta
como meio de transporte
Turismo consciente - Roteiro turístico para conhecer Curitiba de
bicicleta e a implementação do SAMBA (Solução Alternativa para a
Mobilidade por Bicicletas de Aluguel), a exemplo das cidades do Rio de
Janeiro, Blumenau e João Pessoa.
Quem puder ajudar é só votar no seguinte link:
http://www.votolivre.org
Para se cadastrar é preciso ter o titulo de eleitor em mãos...
Só uma dica... se alguém for repassar esse e-mail divulgando, já passa
com esse link junto:
http://www.tse.gov.br/internet/servicos_eleitor/consultaNome.htm
Aqui da pra consultar o número do titulo de eleitor pelo nome e data
de nascimento. A necessidade do título em mãos poderia desanimar
alguém de votar, principalmente se a pessoa não anda de bicicleta...
Tava lembrando dessa petição essa semana... acho que já passou quase
um ano e ainda não tem nem 4000 assinaturas. Tinha que dar um jeito de
divulgar melhor...
quinta-feira, 19 de maio de 2011
TV Paraná Educativa 15.05.2011 - Matéria Ciclismo:Legado de geração em geração
Matéria feita pela Paraná Educativa durante a realização da Copa Jair Braga de Ciclismo de Pista no Velódromo do Jardim Botânico em Curitiba-PR, com os Atletas da GF CICLISMO/UNILANCE/SÃO JOSÉ DOS PINHAIS Fernando SIkora Jr e Davi Romeo.
sábado, 14 de maio de 2011
Escândalo de doping expõe “ditadura” da CBC - Fonte: Jornal de Londrina(15.05.2011)
Escândalo de doping expõe “ditadura” da CBC
Temendo retaliações, atletas não admitem publicamente, mas a insatisfação com a forma de a Confederação ser gerida é clara.
15/05/2011 | 00:05 Adriana Brum
Há duas semanas a ESPN Brasil fez a denúncia: divulgou uma lista de cinco ciclistas que caiu nos exames antidoping em provas internacionais realizadas em solo brasileiro, repassada à emissora pela União Internacional de Ciclismo (UCI). Alguns atletas afirmaram que a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) estaria acobertando o fato para não manchar sua imagem perante o patrocinador, Banco do Brasil, com quem negocia a renovação do apoio financeiro.
A acusação é séria e de difícil comprovação. Trata-se da palavra dos ciclistas – que tecem poucas críticas publicamente, preocupados com retaliações – contra a da CBC, que pouco está disposta a prestar esclarecimentos. O fato, porém, escancara a dificuldade de relacionamento da entidade com quem teria de apoiar.
O vice-presidente da CBC e procurador-geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD,) Paulo Schmitt, rechaça qualquer possibilidade de a entidade omitir casos de doping. “A Confederação não omite, não se omite, não tolera e não deixa de divulgar. É uma infração como qualquer outra e merece apuração”, defende.
O discurso dele é oposto ao do presidente, José Luís Vasconcellos. Via e-mail, o dirigente afirmou à Folha de S. Paulo que nem a UCI informa os resultados dos testes, como justificativa para também não mostrar as condenações nacionais. A Gazeta do Povo tentou entrevistar Vasconcellos nas duas últimas semanas. Porém não teve retorno até o fechamento desta edição.
“Tudo começou com a Clemilda [Fernandes, atleta da seleção olímpica em Pequim]. Há dois anos está ‘positiva’ e sempre falam que está afastada por problema no joelho...”, diz um ciclista, que pediu para não ser identificado. Vasconcellos declarou ao jornalista José Cruz, em fevereiro, que a suspensão era por comportamento antidesportivo. Mas esta semana Schmitt confirmou: “Ela tem uma condenação de doping no Giro da Itália, foi declarada suspensa por dois anos”.
Mesmo entre os que condenam a forma como a atual diretoria conduz a CBC, há quem ache pouco provável os ciclistas serem induzidos a esconder os casos. “O problema é quando falam que foi ‘alguém’ que mandou. Os atletas estão fazendo como o [Floyd] Landis fez com o Lance [Armstrong, sete vezes campeão da Volta da França, que enfrenta acusações do ex-colega de equipe, de que competiria dopado]. Ninguém é obrigado a nada”, diz Edson Ferreira, o Nescau, técnico da GF Ciclismo/Unilance/São José dos Pinhais, equipe líder do raking nacional na pista.
Finanças
A acusação de acobertamento do doping levantou outras insatisfações com a CBC, como a falta de transparência na aplicação das verbas e de trabalho conjunto com as federações. O relatório do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) aponta que 72,9% do R$ 1,2 milhão repassado à Confederação em 2009 foram gastos em competições, e apenas 0,8% investido nos atletas.
“Já falei para ele [Vasconcellos] que instituiu uma ditatura”, diz o presidente da Federação Paranaense de Ciclismo (FPC), Sidney Marlon de Paula. Segundo ele, as provas da CBC não contam com a participação das federações. “A Volta do Paraná, por exemplo, que é no estado-sede da Confederação [em Londrina], leva o símbolo da FPC, mas nem sei quando é. Chegou a um ponto que prefiro não me meter, porque a CBC decide quando e como. E não quer conversa.”
Um ex-dirigente da CBC afirma que grandes nomes do ciclismo brasileiro não se interessaram em manter contato com a entidade após encerrar a carreira, deixando de fomentar o esporte. “O Mauro Ribeiro e o Luciano Pagliarini são alguns deles”, diz.
Seleções
O gerente da DataRo/Foz do Iguaçu, Rogério Fagundes, não tem críticas à CBC. Mas a equipe só foi filiada à entidade até o ano passado. Como optou por competir internacionalmente, agora é vinculada diretamente à UCI. Ele faz apenas uma sugestão: “Poderia investir em uma seleção permanente para fomentar a alta performance”.
Nescau vai além. Para ele é preciso saber, com antecedência, quais os critérios para participação em competições internacionais e formação das seleções, tanto na estrada quanto na pista. “Ainda não publicaram o ranking de velocistas e fundistas.O ranking de 2011 ia ser divulgado no final do mês passado, e ,até agora, nada. Fica difícil até para eu informar meus patrocinadores, a mídia e programar as metas”, diz.
Antidoping
Embora a CBC informe ter realizado 181 exames em provas chanceladas pela UCI nos últimos três anos – média de cinco por mês –, não é o suficiente. “No último Brasileiro de pista, em Maringá, não teve antidoping. A prova formou a seleção para o Pan-Americano da Colômbia”, diz Nescau.
“Nunca vi isso: ciclistas preocupados em procurar comissários antidoping na véspera das largadas. Em qualquer outro lugar, tem-se certeza de que estarão lá”, afirma outro ciclista.
Personagem
Atleta diz não ter sido induzido
“Não recebi nenhuma orientação para omitir a suspensão”, diz L.O.N. (ele pediu que somente suas iniciais fossem citadas), um dos oito atletas que constavam na primeira lista da UCI como flagrados no antidoping. Ele mora em Curitiba e, aos 22 anos, fala em não voltar às pistas. “Não ingeri nada. Estava tomando suplementos. Algum deles só podia estar contaminado. Isso ou a divergência de datas”, contesta. Ele e seu advogado, Itamar Cortes, recorreram do resultado porque a data do exame não correspondia à da corrida, mas o resultado foi mantido.L.O.N., que pedalou quatro anos como profissional, fala que os boatos de doping são recorrentes. “E quando um cai, não é nada escondido, com estão dizendo”. Ele afirma que nem todas as provas internacionais no país tem antidoping. “Não há como saber quando vai ter ou não.” O ciclista, que tinha como cláusula contratual a rescisão com a equipe em caso de doping, afirma que uma semana depois do Tour do Rio (no qual foi flagrado) pediu para sair por causa da gravidez da namorada. Segundo ele, a decisão não tem relação com o doping.
Fiscalização é apenas financeira
Como entidades privadas, as confederações esportivas não têm um órgão regulador de suas ações. Assim, não há um código de conduta a seguir além do próprio estatuto. “Claro que um caso pontual de suspeita de ação antiética vai nos levar a uma investigação. Mas, genericamente, não temos como atuar sobre as confederações”, afirma o diretor do Departamento de Esporte de Base e de Alto Rendimento, do Ministério do Esporte (ME), Marco Aurélio Klein. Como recebem verbas públicas – repasses do ME para projetos, da Caixa Econômica Federal (pela lei Piva, têm direito a 2% da arrecadação das loterias), e patrocínios de empresas públicas –, as entidades apresentam anualmente o balanço financeiro ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB), responsável pelo repasse da verba da CEF.Em relação ao antidoping, segundo Klein, o Ministério pretende fazer com que os 3,1 mil beneficiados pelo programa Bolsa Atleta sejam submetidos a pelo menos um teste anual. Seriam necessários R$ 4,7 milhões, visto que, em média, o custo de cada exame é R$ 1,5 mil. Porém o ME só vai investir R$ 1,8 milhão. “Há de se entender que uma coisa é comprar 20 exames. Outra são 3,5 mil testes”, argumenta Klein. Não existe um projeto para reforçar o antidoping nas competições.A medida foi anunciada após as denúncias no ciclismo. Pelo menos dois atletas da lista divulgada pela UCI, o paranaense Pedro Nicácio e Clemilda Fernandes, receberam a bolsa após serem afastados. “Suspendemos o benefício quando recebemos a notificação da Confederação”, justifica Klein. Porém Nicácio estava afastado preventivamente em julho de 2010, foi condenado em setembro e em março ainda recebia. Em entrevista à ESPN Brasil, afirmou que sua saída das competições foi por problemas familiares, omitindo a suspensão. O COB diz orientar as confederações a atuar com rigor em casos de doping, mas só age nos casos ocorridos antes ou durante as competições que promove. (AB)
Temendo retaliações, atletas não admitem publicamente, mas a insatisfação com a forma de a Confederação ser gerida é clara.
15/05/2011 | 00:05 Adriana Brum
Há duas semanas a ESPN Brasil fez a denúncia: divulgou uma lista de cinco ciclistas que caiu nos exames antidoping em provas internacionais realizadas em solo brasileiro, repassada à emissora pela União Internacional de Ciclismo (UCI). Alguns atletas afirmaram que a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) estaria acobertando o fato para não manchar sua imagem perante o patrocinador, Banco do Brasil, com quem negocia a renovação do apoio financeiro.
A acusação é séria e de difícil comprovação. Trata-se da palavra dos ciclistas – que tecem poucas críticas publicamente, preocupados com retaliações – contra a da CBC, que pouco está disposta a prestar esclarecimentos. O fato, porém, escancara a dificuldade de relacionamento da entidade com quem teria de apoiar.
O vice-presidente da CBC e procurador-geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD,) Paulo Schmitt, rechaça qualquer possibilidade de a entidade omitir casos de doping. “A Confederação não omite, não se omite, não tolera e não deixa de divulgar. É uma infração como qualquer outra e merece apuração”, defende.
O discurso dele é oposto ao do presidente, José Luís Vasconcellos. Via e-mail, o dirigente afirmou à Folha de S. Paulo que nem a UCI informa os resultados dos testes, como justificativa para também não mostrar as condenações nacionais. A Gazeta do Povo tentou entrevistar Vasconcellos nas duas últimas semanas. Porém não teve retorno até o fechamento desta edição.
“Tudo começou com a Clemilda [Fernandes, atleta da seleção olímpica em Pequim]. Há dois anos está ‘positiva’ e sempre falam que está afastada por problema no joelho...”, diz um ciclista, que pediu para não ser identificado. Vasconcellos declarou ao jornalista José Cruz, em fevereiro, que a suspensão era por comportamento antidesportivo. Mas esta semana Schmitt confirmou: “Ela tem uma condenação de doping no Giro da Itália, foi declarada suspensa por dois anos”.
Mesmo entre os que condenam a forma como a atual diretoria conduz a CBC, há quem ache pouco provável os ciclistas serem induzidos a esconder os casos. “O problema é quando falam que foi ‘alguém’ que mandou. Os atletas estão fazendo como o [Floyd] Landis fez com o Lance [Armstrong, sete vezes campeão da Volta da França, que enfrenta acusações do ex-colega de equipe, de que competiria dopado]. Ninguém é obrigado a nada”, diz Edson Ferreira, o Nescau, técnico da GF Ciclismo/Unilance/São José dos Pinhais, equipe líder do raking nacional na pista.
Finanças
A acusação de acobertamento do doping levantou outras insatisfações com a CBC, como a falta de transparência na aplicação das verbas e de trabalho conjunto com as federações. O relatório do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) aponta que 72,9% do R$ 1,2 milhão repassado à Confederação em 2009 foram gastos em competições, e apenas 0,8% investido nos atletas.
“Já falei para ele [Vasconcellos] que instituiu uma ditatura”, diz o presidente da Federação Paranaense de Ciclismo (FPC), Sidney Marlon de Paula. Segundo ele, as provas da CBC não contam com a participação das federações. “A Volta do Paraná, por exemplo, que é no estado-sede da Confederação [em Londrina], leva o símbolo da FPC, mas nem sei quando é. Chegou a um ponto que prefiro não me meter, porque a CBC decide quando e como. E não quer conversa.”
Um ex-dirigente da CBC afirma que grandes nomes do ciclismo brasileiro não se interessaram em manter contato com a entidade após encerrar a carreira, deixando de fomentar o esporte. “O Mauro Ribeiro e o Luciano Pagliarini são alguns deles”, diz.
Seleções
O gerente da DataRo/Foz do Iguaçu, Rogério Fagundes, não tem críticas à CBC. Mas a equipe só foi filiada à entidade até o ano passado. Como optou por competir internacionalmente, agora é vinculada diretamente à UCI. Ele faz apenas uma sugestão: “Poderia investir em uma seleção permanente para fomentar a alta performance”.
Nescau vai além. Para ele é preciso saber, com antecedência, quais os critérios para participação em competições internacionais e formação das seleções, tanto na estrada quanto na pista. “Ainda não publicaram o ranking de velocistas e fundistas.O ranking de 2011 ia ser divulgado no final do mês passado, e ,até agora, nada. Fica difícil até para eu informar meus patrocinadores, a mídia e programar as metas”, diz.
Antidoping
Embora a CBC informe ter realizado 181 exames em provas chanceladas pela UCI nos últimos três anos – média de cinco por mês –, não é o suficiente. “No último Brasileiro de pista, em Maringá, não teve antidoping. A prova formou a seleção para o Pan-Americano da Colômbia”, diz Nescau.
“Nunca vi isso: ciclistas preocupados em procurar comissários antidoping na véspera das largadas. Em qualquer outro lugar, tem-se certeza de que estarão lá”, afirma outro ciclista.
Personagem
Atleta diz não ter sido induzido
“Não recebi nenhuma orientação para omitir a suspensão”, diz L.O.N. (ele pediu que somente suas iniciais fossem citadas), um dos oito atletas que constavam na primeira lista da UCI como flagrados no antidoping. Ele mora em Curitiba e, aos 22 anos, fala em não voltar às pistas. “Não ingeri nada. Estava tomando suplementos. Algum deles só podia estar contaminado. Isso ou a divergência de datas”, contesta. Ele e seu advogado, Itamar Cortes, recorreram do resultado porque a data do exame não correspondia à da corrida, mas o resultado foi mantido.L.O.N., que pedalou quatro anos como profissional, fala que os boatos de doping são recorrentes. “E quando um cai, não é nada escondido, com estão dizendo”. Ele afirma que nem todas as provas internacionais no país tem antidoping. “Não há como saber quando vai ter ou não.” O ciclista, que tinha como cláusula contratual a rescisão com a equipe em caso de doping, afirma que uma semana depois do Tour do Rio (no qual foi flagrado) pediu para sair por causa da gravidez da namorada. Segundo ele, a decisão não tem relação com o doping.
Fiscalização é apenas financeira
Como entidades privadas, as confederações esportivas não têm um órgão regulador de suas ações. Assim, não há um código de conduta a seguir além do próprio estatuto. “Claro que um caso pontual de suspeita de ação antiética vai nos levar a uma investigação. Mas, genericamente, não temos como atuar sobre as confederações”, afirma o diretor do Departamento de Esporte de Base e de Alto Rendimento, do Ministério do Esporte (ME), Marco Aurélio Klein. Como recebem verbas públicas – repasses do ME para projetos, da Caixa Econômica Federal (pela lei Piva, têm direito a 2% da arrecadação das loterias), e patrocínios de empresas públicas –, as entidades apresentam anualmente o balanço financeiro ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB), responsável pelo repasse da verba da CEF.Em relação ao antidoping, segundo Klein, o Ministério pretende fazer com que os 3,1 mil beneficiados pelo programa Bolsa Atleta sejam submetidos a pelo menos um teste anual. Seriam necessários R$ 4,7 milhões, visto que, em média, o custo de cada exame é R$ 1,5 mil. Porém o ME só vai investir R$ 1,8 milhão. “Há de se entender que uma coisa é comprar 20 exames. Outra são 3,5 mil testes”, argumenta Klein. Não existe um projeto para reforçar o antidoping nas competições.A medida foi anunciada após as denúncias no ciclismo. Pelo menos dois atletas da lista divulgada pela UCI, o paranaense Pedro Nicácio e Clemilda Fernandes, receberam a bolsa após serem afastados. “Suspendemos o benefício quando recebemos a notificação da Confederação”, justifica Klein. Porém Nicácio estava afastado preventivamente em julho de 2010, foi condenado em setembro e em março ainda recebia. Em entrevista à ESPN Brasil, afirmou que sua saída das competições foi por problemas familiares, omitindo a suspensão. O COB diz orientar as confederações a atuar com rigor em casos de doping, mas só age nos casos ocorridos antes ou durante as competições que promove. (AB)
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Velódromo - Mesmo com apoio pequeno, atletas seguem vencendo
O velódromo do Jardim Botânico é um dos poucos locais que recebeu uma restauração em 2011, após nove anos de rachaduras.
Classificada como “maquiagem”, pela Federação Paranaense de Ciclismo, a manutenção ainda é longe do ideal, mas vai dar fôlego aos ciclistas para pedalarem mais e aproveitar os dias de sol, já que o espaço não é fechado e compromete os treinos quando está chovendo.
E o mínimo de investimento, dá retorno. No dia 4 de abril, a Federação promoveu a Copa Hernandes Quadri Júnior de Ciclismo, no Velódromo. Foram provas em 11 modalidades diferentes de corridas válidas para o Ranking Brasileiro de Pista. A equipe GF Ciclismo/Unilance/São José dos Pinhais foi a maior vencedora da Copa, com vitórias em onze competições, além de diversos pódios na segunda e terceira colocação.
Outro local que gera críticas é o Parque Náutico de Curitiba. José Agmarino de Jesus Coelho, conhecido como Zecão, é campeão paranaense, brasileiro e Sul-Americano de paracanoagem na categoria LTA. Ele treina junto com outros para-atletas nas raias do parque e não está satisfeito com o que é oferecido. “Está horrível, todo esburacado. O barracão não tem banheiro adaptado e depois do treino, não temos onde tomar banho. É um desrespeito conosco”, avalia.
Ele, que embarcou no começo do mês para o Sul-Americano, ainda se diz revoltado com a falta de apoio do poder público. “A maioria de nossos atletas é de Curitiba, mas acabamos cadastrando o nosso clube de canoagem em São José dos Pinhais, porque na Capital a burocracia é muito grande. Não conseguimos uma ajuda efetiva, apenas migalhas”, conta.
Enquanto o poder público não coloca muitas ações em prática, as federações sobrevivem destas “migalhas” — como classifica o superintendente da Federação Paranaense de Voleibol, Olegario Stingli —, e de pequenos ajustes no que resta da estrutura física que um dia foi referência mundial, mencionando o Tarumã.
Entre migalhas e promessas. Esse é o retrato de atletas e federações que tentam impulsionar o esporte em Curitiba. Cansados de ouvir, eles relatam que seguem seu trabalho sem esperar mais nada. “É muito papo e pouca ação. Precisamos de investimento em estrutura, em atletas de alto rendimento. Algo completamente diferente do que se tem visto. Enquanto isso ficar só na conversa, não temos como acreditar que vão nos ajudar”, conclui Stingli.(fonte:www.bemparana.com.br)
Classificada como “maquiagem”, pela Federação Paranaense de Ciclismo, a manutenção ainda é longe do ideal, mas vai dar fôlego aos ciclistas para pedalarem mais e aproveitar os dias de sol, já que o espaço não é fechado e compromete os treinos quando está chovendo.
E o mínimo de investimento, dá retorno. No dia 4 de abril, a Federação promoveu a Copa Hernandes Quadri Júnior de Ciclismo, no Velódromo. Foram provas em 11 modalidades diferentes de corridas válidas para o Ranking Brasileiro de Pista. A equipe GF Ciclismo/Unilance/São José dos Pinhais foi a maior vencedora da Copa, com vitórias em onze competições, além de diversos pódios na segunda e terceira colocação.
Outro local que gera críticas é o Parque Náutico de Curitiba. José Agmarino de Jesus Coelho, conhecido como Zecão, é campeão paranaense, brasileiro e Sul-Americano de paracanoagem na categoria LTA. Ele treina junto com outros para-atletas nas raias do parque e não está satisfeito com o que é oferecido. “Está horrível, todo esburacado. O barracão não tem banheiro adaptado e depois do treino, não temos onde tomar banho. É um desrespeito conosco”, avalia.
Ele, que embarcou no começo do mês para o Sul-Americano, ainda se diz revoltado com a falta de apoio do poder público. “A maioria de nossos atletas é de Curitiba, mas acabamos cadastrando o nosso clube de canoagem em São José dos Pinhais, porque na Capital a burocracia é muito grande. Não conseguimos uma ajuda efetiva, apenas migalhas”, conta.
Enquanto o poder público não coloca muitas ações em prática, as federações sobrevivem destas “migalhas” — como classifica o superintendente da Federação Paranaense de Voleibol, Olegario Stingli —, e de pequenos ajustes no que resta da estrutura física que um dia foi referência mundial, mencionando o Tarumã.
Entre migalhas e promessas. Esse é o retrato de atletas e federações que tentam impulsionar o esporte em Curitiba. Cansados de ouvir, eles relatam que seguem seu trabalho sem esperar mais nada. “É muito papo e pouca ação. Precisamos de investimento em estrutura, em atletas de alto rendimento. Algo completamente diferente do que se tem visto. Enquanto isso ficar só na conversa, não temos como acreditar que vão nos ajudar”, conclui Stingli.(fonte:www.bemparana.com.br)
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Curitibano é convocado para seleção brasileira de ciclismo
Nelson Comel(Paraná Online)
13.04.2011
O atleta paranaense Davi Romeo, recordista e atual bicampeão brasileiro do KM CR da equipe GF Ciclismo/Unilance atual campeã do Ranking Nacional de Ciclismo de Pista foi convocado para integrar a seleção brasileira de pista que representará o Brasil nos Campeonatos Pan-Americano de Estrada e Pista, em Medellin Colombia, no período de 1.º a 9 de maio, visando a classificação nos jogos Pan-Americanos de Guadalajara México, que acontecerá em outubro de 2011 e os ciclistas de pista embarcarão dia 15 para treinamento na capital colombiana.
A GF CICLISMO/UNILANCE tem o apoio das empresas: Consórcio Unilance, RHB Import - Cartuchos Compatíveis, Higi Control - Soluções Ambientais, Academia R2, Nutriall - Produtos Naturais e Suplementos, Madeira Madeira - Pisos e Revestimentos, Azeheb - Equipamentos de Física, Moldura Minuto,Dvd Caffé e AW Comunicação.
UFPR Notícias 08.04.2011 - Ricardo Moraes(GF CICLISMO/UNILANCE/SÃO JOSÉ DOS PINHAIS)
Matéria exibida no site da UFPR sobre o Estudante de Educação Física e Atleta da Equipe GF CICLISMO/UNILANCE Ricardo Moraes sobre trabalho, estudo e dedicação aos treinamentos e como conciliar ambas as atividades.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
EQUIPE DE CICLISMO PARANAENSE ALCANÇA DESTAQUE NACIONAL

GF Ciclismo/Unilance conquista três medalhas no Campeonato Brasileiro de Pista 2011, que terminou no domingo em Maringá
Três medalhas, uma de ouro, uma de prata e uma de bronze. Este foi o saldo da equipe GF Cisclismo/Unilance no último domingo (27), na prova do Campeonato Brasileiro de Pista 2011, que aconteceu em Maringá. O atleta e maior destaque na equipe foi Davi Romeo, que levou ouro na prova “quilômetro contra o relógio” e prata na prova “velocidade 200 metros”. A equipe conquistou ainda a medalha de bronze na prova “perseguição por equipes”.
Para o Diretor Desportivo da equipe, Edson Ferreira, conhecido como Professor Nescau, o desempenho da equipe foi muito satisfatório. “Ficamos muito felizes com os resultados, especialmente por ser uma competição nacional e de excelente nível técnico”, avaliou. A competição envolveu mais de cem atletas e, segundo Nescau, as melhores equipes do Brasil.
O professor salientou ainda que a equipe pode ser considerada vitoriosa por alcançar destaque competindo com outras equipes com maior estrutura, já que a GF Ciclismo/Unilance ainda está na batalha para conseguir mais cotas de patrocínio para conseguir dar mais estrutura à equipe. “Com mais apoio financeiro, poderemos participar de mais provas e ter ainda mais destaque. Talentos para isso nós temos, só precisamos mais patrocinadores”, conclui o professor Nescau.
A GF CICLISMO/UNILANCE tem o apoio das empresas: Consórcio Unilance, RHB Import - Cartuchos Compatíveis, Higi Control - Soluções Ambientais, Academia R2, Nutriall - Produtos Naturais e Suplementos, Madeira Madeira - Pisos e Revestimentos, Azeheb - Equipamentos de Física, Moldura Minuto e Dvd Caffé.
PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISAS, ENTRE EM CONTATO:
AW COMUNICAÇÃO: www.adrianewerner.com.br – (41) 3082-8882
JORNALISTA ADRIANE WERNER: adriane@adrianewerner.com.br – (41) 8863-0464
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